Sábado, 25 de Maio de 2013

No mundo dos jardins verticais

Jardins Verticais


Um jardim traz vida e alegria a qualquer espaço, a qualquer casa, muitas vezes a possibilidade de ter um jardim é inalcançável devido à falta de espaço, é o caso de quem vive em apartamentos.

Quando um apartamento é pequeno ou sem grandes áreas exteriores, uma boa solução para a falta de espaço é a conceção de um jardim vertical.


 

 


Definição

O jardim vertical é uma forma de criar um jardim numa parede ou muro (pode ser interior ou exterior), pode-se plantar flores, plantas ou legumes. Existe inúmeras opções de jardins verticais.


Como apareceram


 Os jardins verticais foram inventados para comutar a falta de espaços verdes nas grandes cidades, posteriormente transpôs-se essa ideia para o interior das habitações, criando pequenos paraísos nas varandas de apartamentos.

Exteriormente é ideal para as grandes cidades, onde existe muita poluição e poucos espaços verdes.

A criação destes espaços purifica o ar e embeleza a cidade.


 

 



Como construir um jardim vertical


Em casa é muito fácil fazer um jardim vertical, por exemplo, na parede da varanda de um apartamento, na sala, no escritório ou até mesmo na cozinha, tendo sempre o cuidado que as plantas sejam expostas a luz solar.

De seguindo serão sugeridas algumas formas de construir um jardim vertical:

  • Pequenos vasos cerâmicos pregados na parede de uma varanda, onde é possível plantarem todo o tipo de plantas e flores, que se costuma plantar num jardim horizontal de varanda.

  • Blocos pré moldados, são blocos de cimento ou cerâmicos, existe em vários modelos, que são empilhados uns por cima dos outros, geralmente são aplicados junto a muros exteriores.

  • Treliças de madeira e vasos, este tipo de sistema é mais usado exteriormente, é necessário fixar as treliças à parede ou muro e posteriormente colocarem vasos cerâmicos meia-lua.

  • Garrafas de plástico, este sistema de reutilização de “lixo” é ideal para uma pequena varanda, em que é usado garrafas e fios de pesca, para compor um jardim com pequenas plantas e arbustos.

  • Fibra de coco, este tipo de jardim é muito utilizado em varandas de apartamentos, pois o sistema pode ficar à vista, os painéis serão fixados à estrutura, é importante que a parede seja impermeabilizada.

  • Interiormente a técnica mais utilizada é a do quadro vivo, é importante que o quadro esteja num lugar iluminado, o quadro é fixado diretamente na parede por parafusos e buchas.

  • Também é possível reutilizar diversos materiais para executar um jardim vertical, como paletes, sapateiras, tijolos.


     

     


 Vantagens e desvantagens de ter um jardim vertical

A rega de um jardim vertical, talvez seja a sua principal desvantagem, pois dificilmente a água da chuva penetra num jardim de parede.

Assim é necessário ter um cuidado redobrado com a rega que pode ser automática, por sistemas de irrigação ou manual.

A maior vantagem deste tipo de jardins é mesmo o aproveitamento do espaço, poder criar vida em espaços onde de outra forma era impossivel.

Muitas vezes as pessoas têm vontade de montar um jardim vertical, mas deparam-se com a questão “o que vamos plantar no jardim vertical?” a resposta é bem simples, pode-se plantar quase todo o tipo de plantas, convêm ter os cuidados normais, a exposição ao sol e ao vento, se são plantas interiores ou exteriores. É importante que sejam de médio ou pequeno porte, obviamente que não se vai plantar uma árvore numa parede.

É importante na hora de comprar uma planta para o jardim vertical, pedir a opinião de um profissional, sobre o meio em que ela se adapta, a quantidade de água que ela necessita, uma vez que esse é a maior dificuldade dos jardins verticais (a rega), é importante que a terra seja à base de turfa, que perde menos água que o substrato convencional.

Em suma, os cuidados a ter com um jardim vertical é similar aos cuidados a ter com um jardim horizontal.

Boa jardinagem!



 

publicado por olga pires às 17:17

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Tudo sobre a sequoia: a árvore gigante!

      Nos dias atuais, a Sequoia sempervirens e a Sequoiadendron gigantea são as únicas espécies que sobrevivem. Com grandes capacidades de resistência a doenças e a outras ameaças naturais, estas sequoias caraterizam-se pelas suas folhas persistentes com 6 a 13 mm de comprimento em forma de agulha. Os seus galhos começam a grandes alturas e os mais baixos estão, geralmente, a 45 m do solo. O diâmetro do tronco consegue chegar aos 3m  e a sua casca tem entre 15 a 30 cm de espessura e de cor a variar entre o castanho e o vermelho. Todas estas caraterísticas permitem que sejam muito utilizadas como tuneis para a passagem de automóveis assim como para a indústria da madeira. Como resultado, inúmeras árvores foram dizimadas ao longo de décadas até ao início de diferentes processo com vista à conservação da espécie. Já se encontraram exemplares com mais de 4 mil anos. A árvore mais volumosa até hoje encontrada é denominada por "General Sherman", está no Sequoia National Park e possui 1487 m3 não sendo, com os seus 83 m, a mais alta. A que possui este último título foi descoberta em 2006, foi batizada com o nome de "Hyperion", possui 115 m de altura e está numa zona remota do Parque Nacional de Redwood. Curiosamente, os cientistas que a descobriram não revelaram publicamente a sua exata posição, justificando-o com o facto do turismo poder vir a perturbar o ecossistema.

 

 

Locais onde predominam na atualidade


     Acredita-se que no passado a espécie tenha predominado nas grandes florestas, um pouco por todo o globo. Hoje, apenas surge bem conservada e com vários exemplares na América do Norte, em especial no estado da Califórnia - que até adotou a sequoia como símbolo de estado - e nos seguintes parques naturais: 

  • Yosemite National Park, localizado na Serra Nevada, possui três bosques de sequoias com cerca de 200 exemplares;
  • Kings Canyon National Park, no sul da Serra Nevada, inclui o General Grant Grove, uma seção do parque exclusivamente criada para proteger as sequoias. Entre elas estão algumas das maiores do Mundo;
  • Sequoia National Park, junto ao Kings Canyon Park, possui vastas áreas onde inúmeras sequoias gigantes protegidas são a principal atração;

     Ao longo dos tempos procurou-se levar a espécie para outros locais. Em Portugal, por exemplo, é possível admirá-la em lugares como Sintra, em diferentes quintas e no Parque da Pena. Na região da América do Sul também existem bons exemplares, em especial no Brasil. No entanto, em nenhum outro local do planeta é possível encontrar a espécie com grandes proporções e em tamanha quantidade como no oeste dos Estados Unidos da América. Para a sua reprodução a necessária a coexistência de diversos fatores, sendo que a espécie demora bastante tempo até atingir grandes alturas. A sequoia apenas se reproduz através das sementes contidas nos ramos. Estas sementes podem demorar até 21 anos a crescer nos ramos e para germinar necessitam de um solo mineral húmido, com veios rochosos. Têm pouca necessidade de nutrientes mas precisam de muito sol. Esta complexidade de fatores determinou que os melhores locais para observar a espécie estejam limitados aos parques naturais protegidos. 


 

 




As sequoias são árvores de grande simbolismo 


      As sequoias tornaram-se verdeiros símbolos de resistência, fazendo recordar de forma constante a efemeridade da existência humana. Talvez por isso continuarão a povoar o imaginário da mente dos Homens pelos próximos milénios. Também continuarão a povoar o planeta, talvez até depois da extinção da nossa espécie. Os especialistas acreditam que alguns exemplares poderiam viver eternamente se apenas uma das suas caraterísticas fosse diferente: a profundidade das suas raízes. É que geralmente a morte desta espécie acontece quando, após atingidas grandes alturas, acabam por tombar não resistindo ao seu enorme tamanho, às ameaças dos ventos fortes e aos solos pouco resistentes. Parece afinal que não existe mesmo nada, neste planeta, que dure para sempre.


 

 


publicado por olga pires às 22:45

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Domingo, 5 de Maio de 2013

Efeitos da seca nos arbustos

A seca pode ser definida como um fenômeno climático resultado da baixa freqüência de chuvas em determinado período de forma análoga que interfere no sistema em modo geral. Deve se salientar a diferença existente entre seca e estiagem, a estiagem é a deficiência hídrica perene, ou seja, acontecem todos os anos e já é esperada, a seca no entanto é a deficiência hídrica inesperada e de forma acentuada sem previsão de término definida.

São inúmeros os fatores que causam a seca e geralmente estão ligados a alterações do micro clima locais devido a alteração brusca do ambiente local.
A seca causa inúmeros danos a flora do local de forma muitas vezes devastadora. As plantas possuem três categorias, as que vivem sobre a água são chamadas de hidrófitas, de locais com muita água chamadas de mesófitas, e as xerófitas são as plantas que obtiveram modificações para lidarem com ambientes com pouca disponibilidade hídrica. A maioria dos arbustos é mesófita, ou seja, lidam bem com quantidades de água consideráveis, mas não suportam escassez hídrica. E sua falta pode apresentar problemas para plantas.



Importância da água


A água é absorvida pela raízes das plantas com auxílio dos pelos radiculares, alem de hidratar as raízes a serve para regular a temperatura e facilitar o transporte das moléculas de minerais e aminoácidos presentes no solo. A água no solo facilita o processo de expansão das raízes pelo solo, serve como veiculo que transporta os minerais das raízes até as folhes pelos caules e é utilizada pelas folhas no processo de fotossíntese. Atua como regulador térmico da planta em geral, atua como agente transportador de nutrientes que partem das folhas em sentido das raízes.


 

 



Falta de água


A falta de água dificulta a absorção de nutrientes pelas raízes, impede a expansão das raízes pelo solo o que afeta o equilíbrio gravitacional do arbusto, mata os organismos presentes ao redor das raízes que atuam como agentes sintetizadores dos nutrientes presentes facilitando o processo para as raízes. Fecha os estômatos das plantas diminuindo suas trocas gasosas decorrente da diminuição do processo de fotossíntese. A princípio a seca causa diminuição da turgidez que pode ser considerado o primeiro sintoma causado pela falta de água. Essa diminuição da turgidez causa a diminuição do processo de desenvolvimento da planta, que para de crescer e de aumentar o seu volume. A seca pode causar a atrofia permanente da planta caso ocorra no início do desenvolvimento do arbusto ou no período pós replante como também levar a morte da planta.


Medidas para diminuir os efeitos da seca nas plantas do jardim.

  1. Regar diariamente o arbusto de acordo com o porte do mesmo, aproximadamente 20 litros para plantas de porte médio a grande. Atente para não molhar o caule nem as folhas para evitar a queima das mesmas pelo sol. Evite efetuar a rega nos períodos mais quentes do dia, de preferência para o início da manha.
  2. Cubra toda a superfície do solo onde se encontra o arbusto com folhas secas, palha e tronco de plantas mortas. O intuito de cobrir o solo é protegê-lo do sol e ar seco evitando assim seu aquecimento e evaporação da água que nele está contida.
  3. Não efetue podas em períodos de seca, as podas promovem alterações e adequações no interior das plantas que em períodos de secas podem não ocorrerem dentro dos padrões além de propiciar a entrada de doenças na planta que não consegue se defender por estar já deficiente.

 

publicado por olga pires às 13:31

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Quinta-feira, 2 de Maio de 2013

Como cultivar orquídeas no seu jardim

Uma das mais lindas flores em um jardim são as orquídeas. Dotadas de grande beleza, cores em lilás, violeta e ainda são bem harmonizadas em qualquer ambiente. Elas são tão bonitas que servem para decorar o ambiente, arranjos em casamentos, ficam excelentes em jardins e praças. Todo o seu encanto demonstrado tem um segredo, como por exemplo, as suas variadas espécies, os cuidados em você deve ter para deixá-la mais saudável e que características que seu jardim precisa ter para que elas floresçam. Tudo isso, você poderá descobrir agora mesmo com algumas informações necessárias e muito importantes. Confira mais a seguir como cultivar orquídeas para seu jardim.


Os Cuidados Em Que Você Precisa Ter Para Cultivar As Orquídeas


1 - Regue suas orquídeas de 2 a 3 vezes na semana. Nunca as molhe demais, senão, acabará prejudicando seu funcionamento. Faça isso logo pela manhã ou no fim da tarde, elas não podem ficar tão úmidas;

2 - A adubação das orquídeas deve ser leve, não precisa ser muito, apenas o necessário de uma a duas vezes ao mês e prefira os adubos orgânicos;

3 - Não as exponha ao sol, elas tendem a morrer, coloque-as em pouca luminosidade e principalmente sem muito vento;

4 - Para o plantio da orquídea use a casca de pinheiro e fibra de coco também é uma boa pedida;

5 - Evite plantá-la na terra, ao invés disso, use substratos.

Conheça agora as 5 mais importantes espécies das Orquídeas.




 5 Espécies de Orquídeas


1 - Cattleya Walkeriana


Muito popular e a mais querida entre todas a pessoas. Sua forma arredondada proporciona maior beleza, sem falar de seu perfume que parece com canela. Precisa ser plantada com uma boa e rápida  drenagem.


 

 



2 - Laelia Porpurata


Muito bem explorada na região sul do Brasil. Ela precisa de ambiente com umidade e frio para que floresça. Prefira colocá-la em vasos rasos e com uma excelente drenagem.


 

 



3 - Miltoniopsis híbrido


Precisa estar em contato com o calor. Possuem flores de variadas cores, desenhos e possuem muita graça, a temperatura deve ser amena;


 

 


4 - Oncidium flexuosum


Muito utilizada em decorações, podem ser plantadas em vasos. As hastes florais são muito usadas em arranjos;


 

 


5 - Dendrobium loddigesii


Possui fácil cultivo, ela é chinesa, rápido crescimento, bonita e é encantadora pela sua beleza natural.

Veja a seguir que tipo de característica de seu jardim você precisa ter para que as orquídeas possam crescer e florescer com uma maior rapidez e durabilidade.


 

 


Características que seu jardim deverá ter


1 - Os substratos deverão ser comprados com cuidado, pode ser pedra britada ou o próprio carvão. Eles deverão ser de boa densidade, prefira-o em pedaços, de ótima drenagem;


2 - Para a perfeita harmonia da orquídea, o seu jardim deve ser em lugares com árvores, troncos e matas, elas simplesmente ficam ótimas;


3 - O jardim deve ser de boa iluminação e elas podem ficar em qualquer ambiente, desde que tenha nutrientes certos, água e luz;


4 - Você deverá estar atenta ao tempo em que a orquídea precisa de repouso e quando está em fase de crescimento;


5 - Nos vasos quando elas estiverem murchas ou desajeitadas, é necessário transferi-la para outro local, mas, remova as raízes mortas;


6 - Para reproduzi-la em seu jardim deverá separar os pseudobulbos, de preferência em grupos de três;


7 - Seu jardim deve possuir uma característica mais arejada, fria, com uma temperatura mais fresca que são as melhores sensações para as orquídeas;


8 - Pode usar vasos de barro ou de plásticos, elas conseguem se adaptar bem assim.


Essas são algumas de suas informações em que você deverá considerar quando se tratar de cultivar uma excelente orquídea em seu jardim. Se você seguir essas recomendações e detalhes terá muito sucesso e uma paisagem radiante com o melhor perfume e beleza das mais lindas orquídeas.

 

 

 

publicado por olga pires às 23:23

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